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    Trabalhar sentado o dia todo eleva o risco de morte precoce em 16%

    Estudo reforça os riscos do sedentarismo, mas também mostra que um pouco de atividade física já é capaz de reverter esse cenário

    Passar muito tempo sentado durante o trabalho aumenta o risco de morte precoce por todas as causas e, principalmente, por doenças cardiovasculares
    Passar muito tempo sentado durante o trabalho aumenta o risco de morte precoce por todas as causas e, principalmente, por doenças cardiovasculares Hinterhaus Productions/GettyImages

    Gabriela Maraccinida CNN

    Pessoas que passam a maior parte do tempo trabalhando sentadas têm um risco 16% maior de morrer precocemente, por qualquer causa, em comparação com aquelas que não trabalham predominantemente sentadas. O achado é de pesquisa publicada recentemente na revista JAMA Network Open.

    De acordo com o estudo, essas pessoas que passavam horas sentadas trabalhando, sem praticar atividade física no tempo livre, também apresentaram um risco 34% maior de morrer por doenças cardiovasculares em comparação com quem não passava tanto tempo sentado.

    Por outro lado, os pesquisadores mostraram que esse risco pode ser reversível. As pessoas que conseguiram se levantar ou se movimentar durante o trabalho não apresentaram um risco maior de morte precoce em comparação com quem não trabalha sentado.

    Além disso, aquelas pessoas que conseguiram praticar atividade física no tempo livre também tiveram o risco de morte precoce reduzido para o nível de quem não passava tanto tempo sentado durante o trabalho. Portanto, a solução para quem tem uma ocupação que exige passar horas em uma cadeira é incluir, pelo menos, 15 a 30 minutos de exercícios físicos por dia, segundo os pesquisadores.

    Para chegar a essas conclusões, o estudo acompanhou 481.688 pessoas durante um período médio de 13 anos. No início do estudo, nenhum dos participantes tinha diagnóstico de doença cardiovascular. Ao longo da pesquisa, 26.257 pessoas morreram. Os resultados foram obtidos após ajustes para sexo, idade, escolaridade, tabagismo, consumo de álcool e índice da massa corporal, fatores que poderiam trazer alguma influência nos dados.

    Para os autores do estudo, as descobertas reforçam os riscos do sedentarismo para a saúde e sugerem que a redução do tempo sentado durante o trabalho e o aumento da atividade física diária podem ser benéficos para reduzir os riscos de morte por todas as causas e, principalmente, por doenças cardiovasculares.

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