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    Oposição diz que vai recorrer de decisão de Pacheco sobre CPMI do 8 de janeiro

    Senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que a CCJ será acionada para rever composição do colegiado

    Caroline RositoLarissa Arantesda CNN

    Em Brasília

    O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), informou que irá à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para recorrer da decisão do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), sobre a composição do colegiado que irá investigar os atos de 8 de janeiro.

    Nesta sexta-feira (5), foi oficializado o posicionamento da Mesa Diretora que confirmou que a oposição irá perder duas cadeiras na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI).

    “É uma decisão que tem legitimidade por ter sido feita pela Mesa Diretora, mas achamos que ela é equivocada”, destacou Marinho em coletiva de imprensa nesta sexta.

    “Vamos recorrer dessa decisão à CCJ”, completou. Com o posicionamento de Pacheco, o governo terá maioria na CPMI, com 12 das 32 cadeiras, e a oposição terá 9 indicações.

    O senador Rogério Marinho afirmou ainda que a oposição não vai deixar de indicar seus representantes na CPMI. “Espero que isso não seja uma desculpa para que a CPMI não seja instalada”, avaliou.

    Ainda de acordo com o parlamentar, a expectativa é a de que o colegiado seja instalado na semana que vem.

    A resposta de Pacheco estava sendo aguardada desde o início da semana e era o que faltava para destravar a distribuição de vagas da comissão. Na prática, a definição retira a vaga destinada ao bloco Vanguarda, composto por PL e Novo, para entregar ao bloco da Resistência, do PT.

    A manobra foi articulada pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A decisão foi publicada no Diário do Congresso Nacional desta sexta.

    O presidente do Congresso também notificou líderes partidários para indicarem os membros que vão compor o colegiado.

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