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    Chuvas fortes causam estragos em Brasília com alagamentos na UnB e hospital de campanha da dengue

    Tempestade começou por volta das 18h e durou mais de uma hora. Segundo Corpo de Bombeiros, foram registrados 31 pontos de alagamentos no DF

    Marcos AmorozoGabriel Garciada CNN

    Brasília

    Fortes chuvas na noite desta sexta-feira (9) causaram transtornos e deixaram diversos pontos de alagamentos no Distrito Federal.

    Entre os locais inundados estão a Universidade de Brasília (UnB), na Asa Norte; e o Hospital de Campanha, montado em Ceilândia, para atender pacientes com suspeita de dengue.

    Até a manhã deste sábado (10), o Corpo de Bombeiros havia registrados 31 pontos de alagamentos em todo o DF e queda de 13 árvores.

    A população ainda contabiliza os estragos relacionados a rompimentos de cabos elétricos e telefônicos, semáforos em curto-circuito e vias interditadas por causa da sujeira. Não foram registrados acidentes com pessoas feridas até o momento.

    A chuva começou por volta das 18h e durou mais de uma hora. As ruas foram tomadas rapidamente pela água, que deixou carros quase submersos e garagens inundadas.

    Passagens sob viadutos, conhecidas como “tesourinhas”, nas quadras 109 e 111 norte ficaram alagadas. Depois da água descer, cerca de 20 cm de lama ficaram no local.

    Nas imagens que circulam nas redes sociais é possível ver os estragos causados pelo volume das chuvas, como a força da enxurrada arrancando portas do auditório da UnB e arrastando objetos.

    Universidade de Brasília

    A UnB informou em nota que houve alagamentos em parte do subsolo do Instituto de Ciências Central (ICC) e do auditório do departamento de Engenharia Florestal.

    O Instituto de Física (IF), em particular, foi a unidade mais prejudicada, com danos significativos em equipamentos, documentos, livros e mobiliário.

    Na nota, a universidade informa que acompanha de perto a situação das áreas afetadas e dá suporte para mitigar os impactos da maneira mais rápida e permanente possível.

    A reitoria afirmou que “as já conhecidas deficiências no sistema de drenagem de águas da Asa Norte, somadas à topografia da região, provocaram o alagamento, que é recorrente na região”.

    Em abril de 2019, por exemplo, houve um outro caso semelhante que alagou o subsolo e deixou um rastro de destruição nas salas de aula e laboratórios.

    Hospital de campanha

    Já no hospital de campanha, em Ceilândia, as imagens mostram que funcionários precisaram fazer uma força-tarefa para retirar a água que invadiu a unidade de saúde.

    A Força Aérea Brasileira (FAB) informou, em nota, que “o atendimento do hospital manteve-se normalizado durante as fortes chuvas ocorridas”.

    A FAB esclareceu que “algumas readequações foram necessárias, especificamente na dinâmica da triagem, durante cerca de 30 minutos, durante o período da chuva, a fim de manter o fluxo de atendimento”.

    Porém, “não houve estragos nos equipamentos nem interrupção no atendimento aos pacientes e no funcionamento da instalação”.

    De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em uma das estações do DF, nas últimas 24 horas choveu cerca de 80 milímetros. Só nos 10 primeiros dias de fevereiro, segundo o Inmet, a média mensal de 179,5 mm já foi quase atingida.

    Na noite de sexta-feira (9), um alerta foi emitido indicando ventos de até 100 km/h e chuvas de 100 milímetros.

    O instituto informou que a previsão é de que as chuvas sigam até a terça-feira de carnaval (12) e que até o final do mês de fevereiro as chuvas ultrapassem a média mensal registrada nos anos anteriores.

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