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    Jhon Arias pode deixar o Fluminense após o Mundial de Clubes

    Zenit, da Rússia, é um dos clubes interessados no jogador colombiano

    John Arias comemora gol contra o Palmeiras no Maracanã
    John Arias comemora gol contra o Palmeiras no Maracanã Alexandre Loureiro/Getty Images

    Guilherme Abrahãoda Itatiaia

    Um dos grandes nomes do Fluminense na temporada, o colombiano Jhon Arias é mais um que pode deixar o Tricolor após o Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro, na Arábia Saudita. A diretoria já sabe do interesse do Zenit, da Rússia, pelo jogador. Outros quatro clubes também buscaram informação sobre o atleta.

    Titular na Seleção Colombiana, Arias vive seu melhor momento na carreira. Nesta temporada, o camisa 21 foi peça fundamental na conquista da Copa Libertadores. Além disso, o jogador de 26 anos sabe que esta pode ser sua última grande chance de atuar em alto nível no futebol da Europa.

    O caso do meia se assemelha com o de Nino. O Fluminense acredita que não conseguirá segurar o jogador por muito tempo — mesmo tendo vínculo até 2026, enquanto o do zagueiro é até o fim de 2024 — mas a diretoria prometeu ouvir ofertas por ele. Arias afirmou que também tem o desejo de atuar no Velho Continente.

    A única diferença é que o colombiano não foi procurado por clubes da Inglaterra, como Nino e André. Mesmo não sendo seu principal objetivo atuar na Premier League, uma oferta da principal liga do mundo seria tentadora. O Tricolor carioca possui 50% dos direitos econômicos do jogador. A outra metade é do Patriotas, da Colômbia.

    Desmanche quase inevitável

    Além de Arias e Nino, o Fluminense também prepara o terreno para eventual saída do volante André e acredita que Martinelli, Alexsander e John Kennedy poderão receber ofertas. Mesmo querendo manter a base, o clube sabe que dificilmente será possível com cifras astronômicas chegando.

    “Se a Europa quiser tirar alguém daqui, ela tira. Poucos clubes conseguem segurar um jogador. Obviamente, se você leva os melhores sempre, tirar os melhores, daqui do Brasil e do mundo inteiro, há um desnível. Mas o futebol brasileiro melhora quando os times conseguem se organizar cada vez mais”, lamentou Fernando Diniz.

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    Este conteúdo foi criado originalmente em Itatiaia.

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