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    Carnaval 2024: Conheça as rainhas de bateria do Grupo Especial do RJ

    Nomes como Sabrina Sato, Viviane Araújo e Paolla Oliveira brilharão na Sapucaí em 2024

    Paolla Oliveira é rainha de bateria da Grande Rio
    Paolla Oliveira é rainha de bateria da Grande Rio Reprodução/Instagram

    Flávio Ismerimda CNN

    São Paulo

    Com quase quatro décadas de existência, o posto de rainha de bateria ainda é bastante visado tanto pelas celebridades que querem se aproximar do Carnaval quanto pelas jovens de comunidade que sonham em virar a estrela de suas escolas de samba.

    Cada uma das doze agremiações do Grupo Especial contribui para uma lista de 12 personalidades que sambarão à frente das baterias da elite da folia carioca.

    ACNN apresenta cada uma delas na lista abaixo. Veja:

    Maria Mariá (Imperatriz)

    Posto historicamente ocupado por famosas do calibre de Luiza Brunet, Iza, Luciana Gimenez e Cris Viana, o cargo de rainha de bateria da Swing da Leopoldina hoje é de uma menina da comunidade.

    Quem reina à frente dos ritmistas da bateria da campeã do Carnaval 2023 é Maria Mariá, de 21 anos. Ela começou na agremiação de Ramos, bairro da zona norte do Rio de Janeiro, ainda criança na ala mirim e ainda passou pela ala das passistas antes de ser coroada.

    Ela estuda comunicação social na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de ter faixa preta e ser CEO de uma academia de taekwondo no Complexo do Alemão, localizado próximo à quadra da Imperatriz.

    Erika Januza (Viradouro)

    Outro posto consagrado por figuras célebres do carnaval é o de rainha de bateria da Unidos do Viradouro. Já estiveram por lá nomes como Luma de Oliveira, Juliana Paes, Dany Bananinha e Monique Alfradique.

    Desde 2022, quem reina pelas bandas de Niterói, cidade de onde vem a atual vice-campeã da folia carioca, é a atriz Erika Januza.

    Erika já brilhou em produções como “Suburbia”, “Amor de Mãe” e “O Outro Lado do Paraíso”.

    Sabrina Sato (Vila Isabel)

    A soberana na Vila Isabel é uma das postulantes ao título de Rainha das Rainhas, Sabrina Sato.

    Ela é a rainha da Swingueira de Noel desde 2011 e só ficou afastada do posto em 2020, quando Aline Riscado assumiu na posição. E, mesmo assim, Sabrina não se afastou da escola naquele ano.

    A apresentadora faz do Carnaval um dos grandes momentos do seu ano e é dona de uma série sobre seus preparativos e sua correria na folia de Momo. “Carnaval da Sabrina” está disponível no Globoplay.

    Lorena Raissa (Beija-Flor)

    Pioneira, a Beija-Flor de Nilópolis foi a escola que inventou o posto quando, no Carnaval de 1976, colocou a transexual Eloína dos Leopardos para desfilar à frente de sua bateria.

    De lá para cá, a escola da Baixada Fluminense se notabilizou por colocar sempre crias de Nilópolis no posto de rainha de bateria. Dois nomes históricos da agremiação são Sônia Capeta e Raíssa de Oliveira.

    As duas seguem na escola até hoje, mas quem rainha na Beija-Flor é Lorena Raissa. A jovem foi coroada em um concurso interno da escola e fez sua estreia no Carnaval de 2023 com apenas 16 anos.

    Evelyn Bastos (Mangueira)

    Outra que cresceu dentro da escola é Evelyn Bastos, rainha de bateria da Estação Primeira de Mangueira.

    Ela interrompeu uma sequência de sete anos sem meninas da comunidade no posto, que era uma das tradições da verde e rosa. Nesse tempo, Gracyanne Barbosa, Preta Gil e Renata Santos reinaram na Mangueira.

    Evelyn é filha de Valeria Bastos, rainha histórica da Mangueira da década de 1980, e ocupa hoje também o posto de presidente da escola-mirim da agremiação, a Mangueira do Amanhã.

    Ela está à frente dos ritmistas da agremiação da zona norte do Rio de Janeiro desde 2014.

    Paolla Oliveira (Grande Rio)

    A Grande Rio, por outro lado, é famosa por ostentar uma sequência de famosas que se revezavam com certa frequência à frente dos ritmistas da escola de Duque de Caxias.

    Passaram por lá nomes como Mônica Carvalho, Monique Evans, Danielle Winits, Suzana Werner, Luciana Gimenez, Deborah Secco, Susana Vieira, Grazi Massafera, Cris Vianna, Ana Furtado, Carla Prata, Christiane Torloni, Paloma Bernardi e Juliana Paes.

    Quem reina hoje por lá é Paolla Oliveira, que está no posto desde 2020 e já havia sido rainha de bateria da escola em 2009 e 2010.

    Viviane Araújo (Salgueiro)

    Rainha das Rainhas mesmo, Viviane Araújo está no Carnaval desde muito jovem. Ela é a rainha mais longeva da lista e reina à frente da bateria Furiosa do Salgueiro desde 2008.

    Viviane já havia passado pela Mocidade Independente de Padre Miguel antes de chegar à escola do Andaraí, bairro da zona norte do Rio. O Salgueiro por sua vez, já havia tido nomes como Gracyanne Barbosa, Carol Castro e Ana Claudia Soares.

    A última, por exemplo, se notabilizou após a estreia da série “Vale o Escrito”, que conta a história do jogo do bicho na capital fluminense e retrata a vida da família Garcia, que dominou o Salgueiro por décadas. Ana era a segunda mulher de Mirinho Garcia, herdeiro de Miro Garcia.

    Mayara Lima (Paraíso do Tuiuti)

    Mais uma rainha da comunidade, Mayara Lima é quem reina à frente dos ritmistas da bateria Supersom, vencedores do Estandarte de Ouro de 2023 de melhor bateria.

    Ela cresceu na escola e era princesa da bateria quando foi alçada ao posto de rainha para o Carnaval de 2022 e tomou a internet após vídeos seus sambando viralizarem. Mayara tem como marcar o fato de realizar passos de dança em sincronia com o que a bateria toca durante as bossas e arranjos.

    O posto já havia sido ocupado por Livia Andrade, Maíra Cardi, Renata Frisson (Mulher Melão) e Ellen Cardoso (Mulher Moranguinho).

    Lexa (Tijuca)

    Adriane Galisteu, Gracyanne Barbosa e Juliana Alves já passaram pelo posto de rainha de bateria da Unidos da Tijuca. Hoje quem reina à frente dos ritmistas da Pura Cadência do Mestre Casagrande é a cantora Lexa.

    Ela chegou à escola tetracampeã do Carnaval carioca em 2020 e vai para o seu quarto desfile na agremiação.

    Além de Lexa, sua mãe e sua irmã também são rainhas de bateria. Darlin Ferrattry, a matriarca da família, reina no Império Serrano. Wenny Isa, a mais nova, é musa da Portela e rainha de bateria da Unidos de Bangu. As duas escolas desfilam na Série Ouro, segunda divisão da folia carioca.

    Bianca Monteiro (Portela)

    Valéria Valenssa, Adriana Bombom, Luma de Oliveira e Sheron Menezes já estiveram à frente da bateria da centenária Portela. Mas, indo na contramão dessa lista, é Bianca Monteiro que reina na agremiação de Oswaldo Cruz e Madureira desde 2017.

    Em sua estreia, ela conquistou um título muito esperado pelos portelenses, que não vinha desde 1984.

    Bianca é cria da comunidade e CEO da Oficina de Artes Paulo da Portela, que promove a cultura de samba em Madureira.

    Fabíola de Andrade (Mocidade)

    A Mocidade Independente de Padre Miguel terá o retorno de um nome importante para 2024. Fabíola de Andrade, ex-musa da escola, está de volta.

    Ela também ganhou fama após a série “Vale o Escrito”, do Globoplay, onde a história da família do seu marido, Rogério de Andrade, está retratada.

    O posto já foi ocupado por nomes como Monique Evans, Viviane Araújo, Mariana Rios e Claudia Leitte.

    Tati Minerato (Porto da Pedra)

    De volta do Grupo Especial, o Unidos do Porto da Pedra tem como uma paulista como rainha de bateria.

    Depois de se consagrar por muitos anos em São Paulo à frente dos ritmistas da bateria da Gaviões da Fiel, escola onde cresceu, Tati Minerato agora é majestade na agremiação de São Gonçalo.

    Ela está no posto desde 2022. Por lá, já passaram nomes como Valesca Popozuda, Ellen Rocche, Angela Bismarchi e Solange Gomes.

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