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    Empresários defendem reformas e mostram otimismo com cenário econômico do Brasil

    Wesley Batista, da JBS; Daniel Vorcaro, do Banco Master; e Flávio Rocha, da Riachuelo, falaram à CNN sobre as decisões que podem mudar o rumo da economia brasileira. Veja os vídeos

    Daniel Vacaro - presidente do Banco Master; Flávio Rocha - Dono da Riachuelo; Wesley Batista - dono da JBS
    Daniel Vacaro - presidente do Banco Master; Flávio Rocha - Dono da Riachuelo; Wesley Batista - dono da JBS Reprodução

    Da CNN*

    São Paulo

    De olho no cenário econômico do Brasil, empresários de grandes companhias do país falaram àCNN nesta sexta-feira (13), no Fórum Esfera Paris, na capital francesa, sobre a expectativa nas aprovações das reformas que estão em discussão no Congresso Nacional e se mostraram otimistas com o caminho que as políticas fiscais podem tomar no país.

    Wesley Batista, um dos donos da gigante alimentícia JBS; Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master; e Flávio Rocha, dono daRiachuelo, deram suas opiniões refente a essas questões que podem mudar o cenário econômico brasileiro.

    Todos afirmaram estar otimistas com a agenda que o governo federal está moldando em relação a esse tema. A reforma tributária, redução da taxa de juros e aprovação do novo marco fiscal estão no radar dos empresários.

     

     

    Daniel Vacaro aposta na redução da taxa básica de juros

    Na visão de Vorcaro, esta agenda nova do governo é muito importante. Ele afirmou estar confiante na reforma tributária e garante que isso criará um reflexo positivo na economia para os próximos meses. Para o próximo ano, ele espera redução da taxa de juros.

    “Vai criar um melhor ambiente de negócios, com mais acesso a crédito das pessoas e para as empresas; um ambiente de negócio mais produtivo e eficaz para o Brasil nos próximos ciclos”, diz o presidente do Banco Master.

    Wesley Batista reconhece o protagonismo ambiental do país para destravar as exportações

    Batista afirma que está “super otimistas”. O dono da JBS disse que, se fizer uma retrospectiva e olhar todas as áreas, a questão fiscal brasileira e os rumos da política econômica, enfim, o mercado estava com dúvidas sobe as decisões.

    “Acho que o Brasil definitivamente pacificou esse assunto e vai caminhar com uma agenda de responsabilidade fiscal. Aí, quando você olha a agenda de reforma, a sonhada reforma tributária — quantas décadas nós falando dela — está na fase final de ser aprovada. Acreditamos que, daqui para o fim do ano, ela esteja aprovada”, espera.

    Segundo Batista, o Brasil também ocupou um papel de protagonismo no mundo e assumiu a questão ambiental, abrindo novas portas aos empresários.

    “Querendo ou não, era uma trava para se ampliar as exportações brasileiras.”

    Flávio Rocha pede cautela e atenção à alíquota da reforma tributária

    Para o dono da Riachuelo, os próximos capítulos sobre as discussões da reforma tributária gera muita ansiedade.

    “Temos discutido, até agora, um conjunto de slogans, frases, mas, a reforma tributária não pode prescindir da planilha, dos números, das alíquotas. Você pode ter um imposto, um ótimo imposto, como o IVA Suíço, com 7% de alíquota, e você pode ter um peço imposto como o IVA da Hungria, com 26% de alíquota”, observa.

    Entretanto, Rocha não esconde que há um temor com o resultado que pode ter e ressalta que deve-se ter cautela.

    “Tudo indica, com a generosidade desses primeiros dias, que as concessões, as isenções que estão sendo concedidas e que nós vamos testar, será muito perigoso. É um novo patamar de alíquota para o IVA”, destaca o executivo da Riachuelo.

    Ao se buscar uma nova alíquota de imposto, Rocha alerta que pode incorrer numa medida de forte desorganização da economia tributária.

    “É impossível tirar o IPI (Imposto sobre produtos industrializados) do automóvel e jogar no cabeleireiro, no restaurante. São setores que convivem par e passo com a informalidade. Essa calibragem contém muita sabedoria, contém um aprendizado no Brasil de quatro décadas. Não podemos fazer movimentos bruscos de alíquota sob pena de abrir mão de arrecadação necessária e empurrar para informalidade outros setores que não vão suportar o aumento de carga tributária”, conclui.

    Confira a continuação da entrevista com Flávio Rocha:

    *Publicado por Diego Mendes. 

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